home

search

Chapter 6- Good News (1/3)

  O vapor preencheu o ambiente, emba?ando o ambiente além das duas figuras ali presentes. A figura na banheira levantou os pés, encostando-se no mármore azul-queimado de que era feita. O espa?oso banheiro tinha vários detalhes luxuosos que se notavam à primeira vista; a falta de janes para venti??o indicava que n?o se tratava de um banheiro residencial.

  A outra silhueta, do do de fora da banheira, colocou as m?os sobre uma toalha branca úmida e derramou sab?o líquido sobre e. Limpou o suor do rosto com o antebra?o e, em seguida, inclinou-se, pressionando as duas m?os na toalha ensaboada, passando-a sobre a pele pálida da outra pessoa.

  —Suprimentos?

  Eles murmuraram em voz baixa, lendo o endere?o de origem e depois o assunto no cart?o branco. Pegaram a carta que chegara minutos antes, as gotas de água de seus dedos encharcando o papel enquanto grunhiam, abrindo-a e retirando a carta de dentro. Ergueram uma sobrancelha, examinando o conteúdo antes que seus lábios finos se curvassem para cima.

  — O sargento realmente tem umas coisas na cabe?a. Com a mente solta ou n?o, é engra?ado. — Eles ban?aram o papel gentilmente, seus olhos dourados focados na carta enquanto se perdiam em pensamentos.

  —M-Maior…? — Um sussurro baixo trouxe a pessoa "extra" de volta ao momento. Semicerrando os olhos e murmurando as pavras com caute.

  Naeilli franziu as sobrancelhas e franziu a testa quando seus pensamentos foram interrompidos pe voz hesitante do homem. E o encarou.

  — é melhor você ter um bom motivo para interromper meus pensamentos. Fa, verme. — E acenou com a m?o, jogando a carta assinada para fora da banheira, no ch?o úmido. Seus intensos olhos dourados se fixaram no rosto do soldado enquanto ele estremecia.

  —S-seu... comunicador está tocando. —Ele n?o parecia confortável, for?ando as pavras a saírem da garganta.

  —Mm? —Naeilli se levantou na banheira, pegando o comunicador colocado perto da pia de mármore. —Major Naeilli fando, Majestade, que honra inesperada é esta liga??o.

  E deu um sorriso ir?nico e pegou uma toalha, esfregando-a contra o corpo forte antes de jogá- no ch?o e entrar na luxuosa suíte. Virou-se, com os olhos fixos no soldado, e acenou com a m?o em dire??o ao guarda-roupa com uma express?o impassível. O homem se levantou rapidamente, correu até o guarda-roupa e pegou o uniforme passado.

  "N?o. Preciso da sua ajuda." Uma voz suave veio do outro do da linha — n?o a do rei.

  —H?? Ent?o é você que está estragando o meu banho? Desembucha logo.

  E acenou com a m?o e caminhou pelo navio, com passos leves em dire??o à cozinha luxuosa.

  "Desculpe, o rei me autorizou a usar o comunicador real. Ent?o..."

  —N?o prolongue, apenas diga o que você quer. —E abriu uma gaveta e tirou uma faca de cozinha de lamina preta.

  "Bem, de qualquer forma, estamos sendo investigados por crimes de guerra e outros assuntos recionados à popu??o em extrema pobreza... O Rei quer que os soldados sejam mais ativos no campo de batalha e nas trincheiras, já que só temos sofrido baixas desde o início dos combates. é suspeito... Até que possamos nos livrar de todos os cidad?os daque área, ele ordena um engajamento mais ativo."

  — Ah? Tudo bem. Só preciso mandar soldados para lá, certo? Você vai precisar mandar comida também, chega. A sargento tem implorado por isso em cartas. N?o me surpreenderia se e fosse capaz de coborar com nossos inimigos.

  E ban?ou a faca na m?o e voltou para o quarto, com passos leves e tom concentrado.

  "Só podemos nos livrar de se você tiver provas." A voz baixou lentamente. "Pare de ser t?o impulsivo. Já houve muitas substitui??es de sargentos — é suspeito continuar assim. Você precisa se contror."

  E levantou a faca de cozinha e a ban?ou enquanto se aproximava do soldado que dobrava o uniforme impecável e bem passado.

  —Estou me controndo. Quem disse que n?o?

  E riu e enfiou a faca na garganta do homem, chutando o joelho dele.

  — Droga. Você n?o consegue nem dobrar duas camisas direito. Alguém t?o inútil deveria estar vivo?

  "Que diabos você está fazendo agora? Eu n?o acabei de dizer para você se contror?"

  Com um suspiro pesado, e terminou de empurrá-lo para o ch?o, observando enquanto ele tremia e engasgava com o próprio sangue.

  — Hum... n?o é minha culpa. Você continua mandando soldados inúteis para fazer o trabalho doméstico. Como eu n?o vou ficar bravo? Ele treme à menor coisa — t?o fraco que nem merece viver.

  "Se você está irritado, por que n?o simplesmente o tira do servi?o? Precisa matar todos eles? Estou ficando sem desculpas para as famílias deles."

  E revirou os olhos e jogou a faca de do quando ele parou de se contorcer.

  — Diga a eles que ele morreu honrosamente em batalha, qualquer besteira serve. Essas famílias burguesas poderiam ter mais filhos em vez de recmar.

  "Você é um verdadeiro pé no saco, sabia?" Um suspiro, o clique de uma caneca ecoando pe liga??o.

  —Aww… você n?o dá valor à sua vida, Era? —Sua voz ficou um pouco mais baixa do que o normal.

  "N?o me ameace. Você sabe que eu posso denunciá-lo ao rei, certo?", retrucou Era, gélido.

  —Que assustador. —E cantarolou. —Mande alguém limpar a bagun?a no navio, n?o me fa?a esperar.

  E jogou o comunicador de do — ele estalou antes de desligar — e se vestiu calmamente, ignorando o corpo no ch?o.

  Abaixou-se, passando o dedo pe camisa de algod?o limpa, agora manchada com uma pequena gota de sangue. Ajustou a cal?a com o cinto prateado. Jogou a capa escura sobre os ombros, pegou um elástico e prendeu os cabelos grossos e lisos em um rabo de cavalo.

  Ent?o uma batida na porta, depois outra:

  "Major. Trouxemos o que o senhor pediu." Vozes de soldados vinham de fora. E torceu o nariz, cal?ou as botas escuras e caminhou até a porta. Abriu-a e ergueu uma sobrancelha.

  —Ah. —Um sorriso se abriu em seus lábios finos e pálidos. —Perfeito. Sai da minha frente.

  Acenou com a m?o e agarrou a figura mais baixa pelo bra?o, puxando-os para dentro da nave.

  —Que cheiro é esse? Parece sangue.

  Naeilli girou um dedo em volta de um cacho ruivo enquanto trancava a porta atrás do outro.

  —Nada importante.

  Angelique virou os olhos para e, endireitando-se e colocando o cabelo atrás da orelha, suavizando sutilmente a postura.

  —Você estava se arrumando? Eu interrompi?

  — N?o é óbvio que sim? N?o se fa?a de bobo. — O Major virou-se para a cozinha, gesticundo. — Vá cozinhar alguma coisa para mim.

  Angelique franziu a testa e suspirou, corando enquanto disfar?ava a raiva, dando passos rápidos em dire??o à cozinha. Naeilli riu baixinho e cantarolou ironicamente, voltando para o quarto para terminar de colocar seus acessórios de prata pura.

  Dois soldados entraram silenciosamente, pegando o corpo do ch?o e arrastando-o para fora — mais precisamente, carregando-o como um saco de batatas. E os ignorou, caminhando até a cozinha e sentando-se no banquinho perto do balc?o.

  — Eu vi! Eles estavam carregando um corpo! — Angelique se virou, segurando uma tige com ingredientes temperados.

  —E daí? Nada demais.

  —Você disse que n?o era importante. —E franziu ainda mais as sobrancelhas, jogando a tige no balc?o e encarando os olhos dourados de Naeilli com os seus próprios olhos humanos.

  — O quê? Está com pena dos mortos agora? Se eu disse que n?o é importante, é porque n?o é. Ca a boca. — Acenou com a m?o enluvada, pressionando os dedos contra a própria bochecha. — Se já terminou de fazer birra, anda logo.

  Angelique engoliu em seco e voltou a cozinhar. E pensou, baixando os olhos e despejando a mistura em uma pane. Terminou a omelete, pegando um prato branco com detalhes dourados, servindo arroz fresco, curry e, por fim, a omelete bem temperada com legumes.

  Colocou o prato no balc?o em frente ao Major. Estreitou os olhos e pegou o garfo e a faca, cortando lentamente a omelete. Deu uma mordida no arroz, no curry e na omelete, mastigando. Angelique a observou comer.

  E desviou o olhar e se serviu da segunda omelete. Sentou-se ao do de e come?ou a comer.

  Naeilli parou por um segundo, mbendo os lábios. Colocou os talheres de volta no guardanapo.

  —Eu disse que você podia comer?

  — N?o preciso da sua permiss?o. — A ruiva retrucou, observando. E sabia que Naeilli tinha mais paciência durante as refei??es, ent?o aproveitou.

  As sobrancelhas de Naeilli se contraíram, ele a encarou com seriedade mortal por alguns segundos tensos.

  — N?o pense que n?o consigo me livrar de você. N?o se superestime, to. — Murmurou, retornando à sua refei??o com etiqueta rigorosa, comendo lenta e calmamente.

  Terminaram tudo. Naeilli foi ao banheiro escovar os dentes, cuidando meticulosamente da higiene bucal, enquanto Angelique vava a lou?a.

  E caminhou até a cozinha novamente, depois de meia hora, a ruiva terminou, chupando um doce frio que e tirou de uma das pequenas gavetas da cozinha.

  — Pensei que você estivesse atrasada para uma reuni?o, vestida t?o elegantemente — comentou e, olhando para o uniforme que a outra mulher usava e encostando as costas no balc?o limpo.

  O major se aproximou lentamente, agarrando-a pelos antebra?os e empurrando-a contra o banco com for?a, estreitando os olhos enquanto a encarava com olhos dourados, nada humanos.

  — Ainda tenho algum tempo — murmurou e em voz baixa e se inclinou, seus lábios ro?ando a ponta da orelha de Angelique, respirando o ar fresco de lá. — Pensei ter enviado algumas roupas decentes para você vestir.

  Com a m?o presa no cinto barato da ruiva, Angelique sentiu arrepios na nuca. Depois de jogar o cinto fora, agarrou a cal?a militar, puxando-a para baixo até que deslizasse até os pés da outra mulher.

  — Eu n?o pude usar aquele vestido que você me deu enquanto estive lá... e n?o tinha como me trocar no navio dos soldados... — E suspirou, erguendo as m?os e colocando-as nos ombros da morena. A major ergueu as sobrancelhas com uma express?o frívo, colocando a m?o na al?a da calcinha branca antes de soltá-, passando os dedos frios pe vagina e deslizando-os pe fenda entre os lábios externos.

  — Só ou?o desculpas. Você deveria se esfor?ar mais. Só porque estou te comendo n?o significa que vou comer alguma coisa. — E ergueu os lábios num sorriso travesso.

  Angelique franziu a testa, mas antes que pudesse responder, engoliu a saliva que inundou sua boca após os toques provocantes. Naeilli usou as pontas dos dedos para pressionar entre os lábios inferiores, acariciando o ponto sensível com uma leve press?o. Em círculos nem fortes nem fracos, Angelique respirou mais fundo, mordendo os lábios carnudos enquanto lutava com aque estimu??o no clitóris. O tecido de algod?o n?o permaneceu imacudo após alguns minutos de fric??o, a calcinha ficou molhada.

  — N?o s?o desculpas... é simplesmente a realidade. — E engoliu em seco, contendo um gemido abafado, franzindo as sobrancelhas loiras. — Eu poderia simplesmente ir embora, sabe, se você n?o estiver satisfeito. — E amea?ou irritada.

  Naeilli franziu a testa, abaixando a cabe?a em dire??o aos lábios da outra mulher, beijando a pele branca, deixando uma marca vermelha de seus dentes. Seus dedos aceleraram, mas pararam de repente, provocando um gemido desodo da ruiva, que puxou sua calcinha até os joelhos.

  — Você está agindo como se eu estivesse abusando do seu corpo, da sua mente? — E ergueu uma das sobrancelhas escuras, segurando a cintura macia com mais for?a. — Foi você quem veio rastejando até mim e se ofereceu. Você me disse para pegar o que eu quisesse para minha prote??o. Está se arrependendo agora?

  E deu um sorriso ir?nico. Angelique mordeu os lábios vermelhos e ban?ou a cabe?a imediatamente ao ouvir a pergunta, encolhendo-se diante da própria atitude.

  — N?o. Eu n?o estou... — E suspirou, apertando os lábios com for?a. — Por quê? Você n?o está satisfeito com a minha aparência? — E apertou os cílios, ajustando o corpo contra o balc?o, sua mente imediatamente se voltando para o excesso de peso, considerando-o uma possível falha que poderia comprometer sua sobrevivência. E considerou isso uma troca de favores, cro que n?o queria perder seu patrocinador.

  Erguendo uma sobrancelha e olhando para Angelique, e revirou os olhos, abaixou-se e agarrou suas coxas, colocando-a no colo. E era forte demais e até mesmo áspera.

  — Se você n?o fosse do meu agrado, eu nem teria aceitado esse acordo. Você acha que eu fa?o caridade?

  E piscou surpresa, segurando o pesco?o de Naeilli para se firmar.

  — Cro que n?o...

  "Caridade? E faz o oposto... e é pior que um dem?nio."

  Ao se dirigirem a um dos quartos, a mulher de cabelos escuros escolheu deliberadamente o quarto extra, diferente do quarto principal onde matara o soldado. E n?o queria que Angelique tivesse um ataque de fúria. Deitou a ruiva no colch?o macio.

  E ligou o comunicador e olhou para as horas. Angelique aproveitou a oportunidade para tirar o resto da roupa e ajeitar o cabelo longo e cacheado.

  - Tarde?

  — Hum... n?o. Ainda dá tempo. — E dobrou os joelhos contra a cama e se aproximou da ruiva nua e sentada, os olhos percorrendo seu corpo. Sua m?o percorreu a pele macia e branca com sardas, os olhos brilhando de excita??o. E passou a língua pes presas.

  Angelique colocou as m?os nas roupas da outra mulher, enganchando os dedos e desabotoando-os, observando com curiosidade os seios pequenos e firmes da mulher musculosa.

  — Você n?o usa suti?? — E murmurou suavemente, fazendo uma observa??o curiosa sobre sua descoberta.

  — Uma inven??o inútil.

  E retrucou, inclinando-se para mais perto. A ruiva também se aproximou, seus lábios se tocando lentamente, abrindo-se gradualmente, e ent?o, um beijo lento e gradual, sem pressa, diferente da dinamica habitual deles.

  Angelique deitou-se lentamente, jogando as roupas de do. Respirou fundo, interrompendo o beijo, e sentiu Naeilli se abaixar lentamente, beijando e mordendo sua pele até que Naeilli alcan?ou abaixo do umbigo, levantou suas coxas e as enganchou sobre os ombros de Naeilli.

  — Porra. — Angelique gemeu, erguendo os quadris e agarrando os cabelos de Naeilli, desfazendo o rabo de cavalo perfeito. — Desculpa… — E suspirou, fechando os olhos com for?a, sensível ao toque da língua de Naeilli.

  E ergueu os olhos dourados e abriu os lábios, esfregando a ponta da língua contra o nódulo sensível, chupando o clitóris e passando a ponta da língua sobre ele, esfregando enquanto engolia sua lubrifica??o natural, sentindo o quanto e pulsava. Seus dedos deslizaram para dentro da vulva úmida, inserindo dois dedos lentamente, para dentro e para fora sem pressa.

  "Eu poderia jurar que aquele olhar de é desejo... mesmo que todos digam que e é incapaz de sentimentos humanos." A ruiva mordeu os lábios grossos, contendo os gemidos que queriam escapar de sua garganta, o ritmo das mbidas na boceta aumentando, dificultando a compreens?o. "E me acha inferior, mas está adorando me chupar como se eu fosse a última garrafa de água no deserto." E fechou os olhos com for?a, olhando para o teto e envolvendo os dedos nos cabelos grossos e lisos da morena. "Eu vou gozar... e me fode melhor do que qualquer homem."

  Naeilli a chupou até sentir as coxas grossas apertarem sua cabe?a com for?a, trêmu. E ent?o, lentamente, retirou a língua de dentro de Angelique, mbendo seus lábios e olhando para e. Seu cabelo estava completamente desgrenhado e seu rosto, corado. Angelique co?ou as coxas com um gemido baixo e rouco escapando de sua boca, seus olhos se fechando com for?a. Es se beijaram novamente, lentamente, afastando-se um pouco e retornando ao beijo lento.

  "Acho que esse é o único jeito de vê- com o cabelo bagun?ado." A ruiva gemeu entre o beijo, fechando os olhos com for?a e suspirando com os toques quentes percorrendo sua pele sensível após o orgasmo.

  — Deixe-me retribuir o favor... — murmurou Angelique suavemente, entre o próximo beijo abafado. A morena separou lentamente seus lábios finos dos lábios carnudos de Angelique.

  — Hum… — murmurou Naeilli, sentando-se lentamente e olhando para e com o rosto corado e uma express?o intensa. A ruiva se levantou, segurou as coxas de Naeilli e se inclinou para mais perto.

  E abriu os lábios, passando a língua de baixo para cima pe fenda, respirando lentamente. Sua língua deslizou um pouco mais rápido, sentindo suas rea??es fisiológicas respondendo ao seu toque quente.

  Naeilli mordeu os lábios e passou a língua lentamente entre os dentes. E envolveu os dedos nos cabelos da ruiva, agarrando-a e empurrando-a com mais for?a contra a vagina.

  — Porra. Você sabe mesmo chupar uma buceta. Quem te ensinou isso?

  Naeilli empurrou o rosto de Angelique contra si, gemendo com uma voz abafada e rouca de tes?o. Sua m?o se ergueu, aproveitando a posi??o submissa em que Angelique arqueava as nádegas para chupá-. E bateu forte na bunda, sorrindo enquanto Angelique gemia contra sua pele.

  — N?o pare. — E respirou fundo, apertando com mais for?a e engolindo em seco. Angelique chupou com for?a até gozar. — Meu Deus.

  A major levantou o bra?o, olhou para o relógio e praguejou. Levantou-se lentamente e jogou-a na cama, beijando-a com mais intensidade antes de se afastar e observar o rosto ofegante da ruiva.

  — Preciso ir... Me espera aqui. Quando eu voltar, vamos continuar essa conversa de merda.

  E murmurou, mordendo os lábios em arrependimento ao perceber que nem sequer havia tocado aqueles seios fartos, deslizando um beijo em sua pele branca e mordendo-a levemente, deixando-a ir como um adeus relutante.

  Angelique suspirou, mordendo o lábio inferior antes de concordar.

Recommended Popular Novels